O amor é algo que damos
para aqueles que se permitem recebê-lo.
Quando
somos jovens pensamos no amor como algo que queremos possuir, uma certa
necessidade de atenção e afeto. Mas quando vamos crescendo descobrimos diferentes
formas de amor, e aprendemos que só é possível amar quando nos doamos para
alguém, é uma troca, dar e receber, reciprocidade é a chave. Só ama de verdade quem sabe aceitar amor . E somente se recebe o amor quando se sabe amar. “O objetivo do amor não é você conseguir algo que deseje, mas fazer alguma coisa pelo bem-estar daquele a quem ama” (Gary Chapman).
E por que é tão difícil expressar e declarar este amor? Porque fugimos da vulnerabilidade e do medo de não ser correspondido. Calma aí, se o amor é doação, não há o que temer, o amor não é sobre a nós, é sobre o outro. E quando a entrega é sincera é maravilhoso como podemos gritar nosso amor para todos e nos sentir completos.
Aprendemos a falar para pais e filhos mas ainda tememos nos abrir para amigos, falamos para maridos e esposas, mas nos apavoramos frente a um novo relacionamento. Por que temer sermos inteiros e completos? A felicidade e a plenitude está nas relações e conexões que fazemos com as pessoas que fazem parte da nossa vida. Aprender a apreciar o outro pelo que ele é, e não pelo que podemos ganhar.
Existe amor infinito, amor que nos faz rir, amor inocente, amor caliente, amor de mãe (ou pai) e amor de amigo, amor de filho e enteado, amor por bicho – cão ou gato, amor por quem a gente nem conhece, amor que chega e acontece.
Então pare e declare seu amor...