Cada vez mais as grandes e pequenas empresas de prestação de bens e
serviços se deparam com um número crescente de concorrentes. E quanto mais
opções para escolhermos, enquanto consumidores, maior o risco destas empresas
perderem público.
Engraçado como o que de um lado traz benefícios, de
outro se abre os portões do medo, da instabilidade e do risco.
Escuto expressões como manter o negócio, quando na
verdade aqueles que estão ganhando espaço no mercado estão em busca de inovação
e adaptação a um mundo em que quem dita as regras de produção e consumo é o
usuário final.
Há um movimento forte em direção à satisfação das
necessidades imediatas do público ao qual cada empresa se destina, e um
movimento ainda maior para atender aos desejos indizíveis, aqueles que nem
mesmo temos consciência de que temos.
Neste contexto em que a prestação de serviços se
desloca do âmbito do fornecedor para aqueles que irão consumir antigas
metodologias com novas roupagens ingressam no universo corporativo, uma nova
sopa de letrinhas passa a fazer parte do cotidiano de quem busca se antenar com
que o que vem por aí. É um tal de DT, UX, UI, Storytelling que no fundo buscam
uma coisa em comum: entender o ponto de vista do consumidor, ouvir "a
dor" do outro, focar no humano.
Com raízes nas práticas de design, através de técnicas
de empatia e experimentação,surge
uma nova forma de compreender os processos de produção e prestação de serviços
cujo foco está centrado no ser humano. Este é o pulo do gato para se chegar a
soluções inovadoras, no cenário atual.
A possibilidade de organizações, sejam públicas, privadas ou do terceiro setor, tomar decisões com base no que os clientes/pessoas realmente querem em vez de confiar apenas em dados históricos ou fazer apostas arriscadas com base no instinto, permite uma maior assertividade e sucesso em alcançar qualquer que seja seu objetivo final.
Agora é verdade, satisfação garantida ou seu dinheiro de volta ;P

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